Entrevistas/Reportagens



Entrevista a Pedro Lima

17 de June de 2010 Entrevistas/Reportagens

pedro lima Entrevista a Pedro Lima

Confessa que já nem dá pelas fartas pilosidades faciais, mas que estas lhe provocam algumas (poucas) limitações. De resto, o actor diverte-se na pele do vaqueiro Tristão.

O actor ostenta umas farfalhudas patilhas e um farto bigode devido ao papel de Tristão em Espírito Indomável, onde dá vida a um vaqueiro da Herdade das Oliveiras. Namora com Tininha (Liliana Santos) e vai apaixonar-se por Susana (Sara Prata). Pedro Lima mostra-se entusiasmado com a personagem.
“A TVI mais uma vez mostra que faz ficção ao nível do melhor que há no mundo. Estamos perante uma excelente novela. Claro que as histórias das novelas não variam muito entre si. Eu que faço novelas há muitos anos penso assim, mas há aqui processos inovadores e a nível estético, pela primeira vez, as personagens vão aparecer mais sujas e suadas, mais próximas da realidade e isso aproxima os espectadores da história”, refere Pedro Lima, que sobre o novo visual diz já estar habituado. “Por vezes olho-me ao espelho e já nem dou por isso. Não me atrapalha no dia-a-dia, mas reduz a possibilidade de aceitar outros trabalhos. Há dias recusei participar num filme. Ah, e a beber alguns líquidos esta bigodaça tembém faz alguma confusão” (risos). Quanto a uma ou outra cena de seminudez, “não me atrapalha. O físico é o material do actor e com o calor que está por aqui não é difícil andar à fresca”, diz o actor, referindo-se ao local das gravações, em Coruche, no Ribatejo.

Mesmo com um elevado ritmo de gravações, Pedro Lima consegue mimar Max, o terceiro filho resultante da união com Anna Westerlund.

“Tenho tempo para tudo, para trabalhar, estar com os meus filhos, com a minha mulher, fazer surf e estou no teatro também. Por vezes exige mais sacrifícios e até menos horas de sono. Por vezes durmo onde posso e nos intervalos seja do que for, mas não tive de abdicar de nada. gosto de ter o meu tempo preenchido.”




Entrevista a João e Sara

13 de June de 2010 Entrevistas/Reportagens

joao sara Entrevista a João e Sara

É a primeira vez que a actriz faz cenas íntimas numa novela.
Valheu-lhe a ajuda do colega João e da equipa técnica nesta tarefa.

É a primeira vez que trabalham juntos, mas a empatia entre João Catarré e Sara Barradas foi imediata. “Gosto muito da Sara e da Vera Kolodzig, com quem já tinha contracenado em ‘Deixa que Te Leve’. São duas grandes profissionais e amigas”, afirma Catarré. Em «Espírito Indomável», João e Sara interpretam João e Claúdia, que vivem uma relação por interesse, mais da parte da rapariga, que sonha deixar a vida de empregada doméstica. Na história, as personagens envolvem-se e têm cenas íntimas e escaldantes. “Somos os dois profissionais e é como fazer outra cena qualquer”, diz ele. Já para Sara Barradas, está é uma experiência nova: “É a primeira vez que faço este tipo de sequências, mas o João é muito cuidadoso comigo. Esteve sempre preocupado, assim cmo a equipa técnica”. Segundo o actor, o segredo destas cenas é “respeitar o colega com quem se contacena e tentar fazer o trabalho o melhor possível”.
Esta relação de conveniência vai ficar tremida quando João descobrir que gosta de Zé (Vera Kolodzig). “Com o tempo, ele vai encontrar-se mais com ela e começa a achar-lhe graça. Por ela, a minha personagem vai ser capaz de tudo, até de matar”, revela o actor. Por outro lado, Cláudia também não terá limites para defender o homem que ama. “Até Zé aparecer, estava tudo bem, não havia nenhuma rival. Mas depois, ela ficará disposta a tudo para o segurar”, conta a actriz, que considera este papel “um desafio”, assim como o colega. “Esta personagem foge a tudo o que eu já fiz no passado. É um homem frio e bruto. tudo o que ele ambiciona consegue”. Uma das etapas mais difíceis de ultrapassar no caso do actor, foi andar a cavalo. “Não foi fácil, mas agora já me sinto mais à vontade”, conclúi o actor satisfeito com esta personagem que promete grandes emoções.




Tristão e Susana

13 de June de 2010 Entrevistas/Reportagens

susana tristao Tristão e Susana

A novela vai começar a aquecer! O vaqueiro namora com Tininha mas não resiste a Susana. Assim, ele deixa-se tentar…

Nem que seja em sonhos! O desejo anda à solta na novela da TVI. Tristão (Pedro Lima) e Susana (Sara Prata) vão viver cenas tórridas. Depois de vermos Vera Kolodzig praticamante nua a sair de uma lagoa… eis que é a vez deste casal de “Espírito Indomável” protagonizar momentos escaldantes. Sara Prata já tinha revelado que a relação dos dois na ficção ia ser “quente” mas representar com o actor que dá vida ao rude vaqueiro torna as cenas mais fáceis. “Estou a adorar trabalhar com o Pedro Lima. Ele é delicioso e este tem sido um trabalho muito giro”, afirma a actriz. E tudo acontece quando Tristão, que tem sido assediado por Susana, sente que não consegue mais resistir aos seus encantos. Tenta não ficar sozinho com ela para que Tininha (Liliana Santos), a sua namorada, não tenha ciúmes. Mas Susana aproxima-se o beija-o. O momento é interrompido por Tininha, que fica desconfiada com a proximidade do namorado com a “ex” de Rafael (Diogo Amaral). O rapaz mente e diz que só tem olhos para ela. Porém, nessa noite, com a pele e o cheiro de Susana. Imagina que a beija, lhe toca no corpo e que os dois fazem amor na mesa de cozinha. Enquanto isso, a jovem acorda sem fôlego, a pensar no beijo dado ao vaqueiro… O romance já começou!




Entrevista a Afonso Pimentel

12 de June de 2010 Entrevistas/Reportagens

afonso pimentel Entrevista a Afonso Pimentel

Desde bem pequeno que o seu rosto é familiar do grande público, não tivesse sido o menino do filme “Adeus, pai” que, por certo, a muitos trará reminiscências.

José Afonso Pimentel integra agora o elenco da mais recente produção de Queluz “Espírito indomável”, após incursões nos meandros da realização, actividade na qual, entretanto, se profissionalizou também. Aceitou o repto lançado para participar nesta intriga, pelo desafio que implica desmontar o seu papel que, à partida, se revestiria de “cliché”.

Como está a ser voltar à representação?
Essencialmente tem sido um alívio. A realização requer outra responsabilidade. Não que com a representação não a sinta. Aliás, não a menosprezo de todo. Apenas estou mais habituado a ela. Trabalhar enquanto actor acaba por ser a praia em que estou mais confortável. Está a saber-me bem.

O facto de o regresso se dar em “Espírito indomável” prende-se com esta novela em particular?
Tratou-se de um desafio que me foi lançado pelo André Cerqueira. À saída de uma reunião de realizadores, puxou-me e disse-me que havia um papel ideal para mim e perguntou-me se o queria fazer. Foi inesperado. Depois de perceber que não se pretendia virar a minha personagem apenas para um “Romeu” que sofre muito por amor, o que é um desafio.
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Entrevista a Vera Kolodzig

12 de June de 2010 Entrevistas/Reportagens




9º Aniversário Lux Woman

05 de June de 2010 Entrevistas/Reportagens, Eventos




Entrevista a Vera e Diogo

04 de June de 2010 Entrevistas/Reportagens

diogokolodzig Entrevista a Vera e Diogo

É a primeira vez que contracenam juntos e não se cansam de tecer elogios um ao outro. A história de amor entre Zé e Rafael vai dar muito que falar.

“Temos cenas muito giras, românticas e estamos em sintonia. Além do mais, temos um grande orgulho no que fazemos”, é assim que Vera Kolodzig fala de como é ter Diogo Amaral ao seu lado em Espírito Indomável. É a primeira vez que se encontram em cena, e logo para dar vida aos protagonistas Zé e Rafael. Diogo Amaral vai mais longe e revela que tem sido “brutal gravar com a Vera”. Os dois actores naõ se conheciam bem e este entendimento deixa Diogo “muito feliz. A Vera está a fazer um trabalho extraordinário”, conta o actor, que não se cansa de tecer elogios à colega.
Além da história de amor que vão viver, enfrentam outros desafios. No caso de Vera um dos maiores foi aprender a montar a cavalo. “Já dei um mau jeito e fiquei um pouco magoada, mas o meu maior problema era o medo. A história do Super-Homem não me sai da cabeça [Christopher Reeve ficou paraplégico na sequência de uma queda de cavalo]. Agora só tenho de praticar”, diz a actriz, e explica que teve aulas no picadeiro do Campo Grande, mas andar a cavalo no campo é muito diferente. “É uma sensação óptima e sinto que perdi o medo.” Outro desafio da actriz foi aprender a manejar armas. “Tive aulas e vi alguns vídeos para perceber como funcionava. Depois, adaptei a técnica ao que achei que se enquadrava no lado selvagem da Zé.” Também Diogo Amaral se encontra de corpo e alma nesta novela. “Estou mesmo muito feliz por fazer parte deste projecto.” O actor está consciente das dificuldades que vai ter pela frente. “Não gosto quando os actores se queixam muito porque parece que não sabem o que vão encontrar. Eu sei; sei que vai estar calor e que vou ter carrapatos (carraças pequeninas) a incomodar-me. Mas vamos a isso!”, diz, entusiasmado com a história. Um dos momentos mais marcantes da novela para o actor foi gravar o momento em que o carro em que seguia com o irmão Júnior (Gustavo Santos) explodiu. “A cena foi feita por um duplo, um senhor maluco e incrível. Mesmo assim, ainda nos arranhámos na explosão. Gosto muito de gravar estas cenas e de tentar não me magoar, mas faço tudo o que está ao meu alcançe.”
Para dar vida a Rafael, Diogo Amaral fez um refresh na equitação e teve aulas de aviação. “Sou um piloto com quatro horas e meia de voo”, diz. Feliz a nível profissional e pessoal, não comenta um possível romance com Helena Coelho. “Não alimento essas notícias. O meu cão é o meu amor.”

Amor impossível

Zé e Rafael pertencem a famílias rivais (sem saberem), mas vão apaixonar-se. “Este amor não é logo garantido. O Rafael sente que aquela rapariga o incomoda, mas não sabe porquê”, afirma Diogo Amaral.




Entrevista a Rui Luís Brás

03 de June de 2010 Entrevistas/Reportagens

ruibras Entrevista a Rui Luís Brás

O actor gere com dificuldade o seu tempo, mas entre gravações, teatro, aulas e ensaios, quase não dorme.

Uma roda-vida. É o mínimo que se pode dizer da vida de Rui Luís Brás, que integra o elenco de Espírito Indomável.
“Neste momento a minha vida é as gravações da novela”, refere Rui, que entretanto tem duas estreias teatrais. “Vai reestrear, no teatro A Barraca, Voltarei Antes de Meia-Noite, um género de terror e suspense e, a 16 de Junho, Um Apartamento em Apuros, no Tivoli. Confesso que tenho dificuldade em gerir o meu tempo, ou seja, durmo pouquíssimo, não tenho fins-de-semana e ando estoirado”, confessa o actor, que à noite tem ensaios das peças. No fim ainda tem de estudar texto para as gravações da novela no dia seginte. Ou seja, “levanto-me às 06h30/07h00h da manhã e durmo pouco mais de três horas. Como os exteriores são sempre em Coruche, tenho de me deslocar e é mais uma hora e meia para cada lado.”
Sobre quanto tempo entende que aguenta este ritmo, o actor garante que “não muito mais. Tenho mais um mês assim, mas depois vou ter mais umas noites e uns sábados. Férias não há porque as gravações vão continuar”, diz Rui, que confessa: “Esta semana já desmaiei duas vezes por quebras de tensão provocadas pelo cansaço.”

O Sargento Lourenço

Em Espírito Indomável Rui Luís Brás é o sargento Lourenço, da GNR, o comandante do posto da guarda de Coruche. “É um tipo bem formado, com escrúpulos, um bom polícia e que serve de mediador entre as tensões da história. Tem um amor mal resolvido e vai redescobrir a mulher com quem esteve para casar”, adianta o actor sobre o seu papel, ele que já tinha interpretado um agente da PSP na série de Moita Flores Esquadra de Polícia.




Entrevista a Vera Kolodzig

02 de June de 2010 Entrevistas/Reportagens

kolodzig Entrevista a Vera Kolodzig

Viajou pela primeira vez em trabalho para o Brasil e por lá ficava mais alguns meses. E nem os perigos pelos quais passou a fazem pensar de maneira diferente. Vera Kolodzig fala à TV 7 Dias da sua experiência brasileira.

Zé, é a personagem de Vera Kolodzig, vai ser o verdadeiro espírito indomável desta trama que começou a ser exibida pela TVI no domingo. E a própria actriz teve de se converter ao seu papel para aguentar algumas das cenas que gravou durante as duas semanas que passou no Brasil. À TV 7 Dias a actriz confessou que com este novo papel se cumpre um desejo antigo: o de gravar no estranjeiro. “Foi a minha primeira vez fora do País. Apesar de fazer sempre fitas para ir para a Índia e para todo o lado nunca vou para lado nenhum (risos). Estive nos Açores, na Ilha dos Amores, o que já não foi mau”, disse, acrescentando que no Brasil tudo é a uma escala diferente do nosso país. “Foi óptimo ter começado no Brasil, porque foi uma inspiração e tudo fez muito mais sentido. Nós temos cá herdades grandes, mas lá temos herdades do tamanho do nosso país. São dimensões completamente diferentes”. Vera não consegue dizer do que gostou mais, mas ressalva a importância de estar perto dos gaúchos e da cultura local, uma vez que a “sua” Zé é daquelas paragens.

Gravações de risco

Entre os requisitos para o papel de Zé, constavam andar a cavalo pelo meio de centenas de cabeças de gado, nadar nua num lago gelado, ao pé de uma cachoeira, e correr à beira de um precipício. Porém, com a ajuda de duplos, tudo se consegue. Aliás, tal como a TV 7 Dias testemunhou durante os dias de gravação no Brasil, Vera não caiu uma única vez do cavalo, ao contrário da sua dupla. O pior mesmo foi a cena de nu na cachoeira. “Foi pelo nu e pela temperatura da água. Se bem que o nu é sempre aquela questão do: ‘fazias um nu?’”. E justificou-se? “Nesta situação justifica-se porque não é um nu gratuito ou fácil. Enquadra-se na personagem. Agora, estávamos numa cachoeira que não conhecíamos, não sabíamos os perigos que tinha… Além disso, a água estava fria e o dia não estava propriamente fantástico. Coitada da rapariga. Eu também estive lá dentro, mas dei quatro braçadas e para voltar já custou porque tinha os músculos muito tensos”, diz brincando com a questão dos duplos. “Tenho uma dupla por segurança e também para parecer mais gira do que sou na realidade… mais bem feitinha e tal…”, disse a actriz, a rir.

De volta a Portugal

Acabada a missão no Brasil, gravar em Portugal, na zona ribatejana de Coruche, tem sido mais um desafio para a actriz. Vera volta a protagonizar uma novela e logo ao lado de Diogo Amaral, com que nunca tinha trabalhado. “Tem sido muito bom e estamos a gostar do que estamos a fazer e desta história de amor, que não é aquele cliché em que olhamos um para o outro e é amor à primeira vista. Há aquela relação de picardia e como são personagens completamente opostas – temos a Zé que é do campo, anda suja, e encontra o menino da cidade bem arranjadinho e que não está habituado a estas coisas – dá-nos mais vontade para fazer este papel”. E nem os cenários onde muitas vezes a acção se desnrola incomodam. “Todos os dias andamos no meio das vacas e do estrume, completamente à vontade”, afirma. Do Brasil ficam as saudades de quem queria por lá ter ficado e a experiência ganha a montar a cavalo. “Já estou mais à vontade a montar, mas claro que ainda não consigo empinar e relinchar. Para essas situações lá vem o duplo”. E os duplos já são tantos que merecem o reconhecimento da actriz. “Já estou a pensar abrir uma página no Facebook para os meus duplos. Já são para aí dez a contar com os do Brasil”.




Entrevista a Mariana Monteiro

02 de June de 2010 Entrevistas/Reportagens

mariana Entrevista a Mariana Monteiro

Vai viver um amor com um jovem da família rival da sua. Mariana dá vida a Joana e os portugueses vão gostar dela.

A actriz tinha acabado de assistir às imagens da apresentação da novela Espírito Indomável, que decorreu em Coruche, onde se grava a novela. Mariana ainda estava impressionada. “Os meus colegas estão de parabéns e penso que a novela será um sucesso com a Vera Kolodzig, o Diogo Amaral e o João Catarré como protagonistas.”
Sobre a sua personagem, Joana, a actriz reconhece que tem menos importância do que Luz em Deixa que Te Leve. “A Joana é uma jovem mimada, que sempre teve acesso aos bens materiais, mas a quem faltou a presença paternal, já que o pai, Joaquim (António Capelo) esteve sempre no Uruguai, enquanto ela viveu em Portugal com a mãe, Beatriz (Ana Padrão). A Joana vai ter duas vertentes, por um lado é muito confiante, decidida, irreverente e até insolente, e por outro, nota-se-lhe uma fragilidade que se deve à ausência do pai”, esclarece Mariana, que adianta: “Ela vai viver uma paixão tipo Romeu e Julieta pelo Eduardo (Afonso Pimentel), uma amor muito verdadeiro, mas que é rodeado por muita falsidade, pois são duas famílias rivais, em que praticamente se querem matar uns aos outros.”

Descanso de imagem

Mariana Monteiro está a gravar Espírito Indomável desde 29 de Março, ou seja, começou muito em cima do final de Deixa Que Te Leve, pelo que foi necessário dar-lhe uma mudança de visual, já que surge agora com o cabelo castanho. Mas não é só.
“Tenho um papel menos relevante nesta novela, pois está muito longe da Luz. Faz parte do descanso de imagem”, refere a actriz, que sobre as suas personagens anteriores garante ter saudades, mas “interessa-me mais o presente e o futuro”.




Eu gosto de… com Pedro Lima

30 de May de 2010 Entrevistas/Reportagens




Entrevista a Vera e Diogo

27 de May de 2010 Entrevistas/Reportagens




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